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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

A moda do Açaí - mitos e verdades

Quem se preocupa com essa coisa da alimentação saudável sabe que a moda dita muito sobre a forma como encaramos a mesma. E essa moda está sempre a mudar.

Falemos então da moda do Açaí, uma fruta oriunda do Norte do Brasil, cheia de propriedades interessantes que entrou na nossa cozinha há relativamente pouco tempo, mas que se tornou uma verdadeira loucura entre os principais adeptos da alimentação saudável, explorando alguns dos mitos que se foram gerando à sua volta.




O açaí é um super alimento

O açaí é, de facto, um alimento cheio de propriedades importantes para o nosso organismo, mas está longe de ser milagroso.

Poderoso anti-oxidante, o açaí pode ser um grande auxílio no combate ao envelhecimento precoce e a algumas outras doença, sendo rico em vitaminas C, B1 e B2, fósforo, ferro, cálcio, ómegas 3 e 6 e muitas outras propriedades que o tornam muito atractivo na hora de escolher o que comer.


O açaí ajuda a controlar o peso 

Esta é uma questão um pouco controversa e para a qual não há uma resposta definitiva. A verdade é que o açaí contém algumas propriedades que nos podem ajudar a livrar de algumas gordurinhas, mas também é altamente calórico, o que levanta algumas questões.

Algumas das gorduras presentes do Açaí são teoricamente boas, do mesmo género das gorduras presente no azeite, por exemplo, além do alto teor de fibra e proteína que o fruto apresenta. No entanto, convém não exagerar no consumo e sempre que possível optar pela furta no seu estado natural, já que a polpa comercializada aumenta o teor calórico até 3 vezes mais.


O açaí previne o envelhecimento

É um dos principais benefícios atribuídos ao açaí e com toda a razão! Este pequeno fruto está cheio de anti-oxidantes que ajudam a eliminar os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento precoce.


O açaí ajuda a combater o colesterol

Tal como referi anteriormente, o açaí contém o mesmo tipo de gordura presente no azeite e portanto, a mais saudável.

Um estudo realizado pela Universidade Federal do Pará não só afirma que o açaí ajuda a combater o colesterol, como protege o nosso coração. Contudo, é sempre bom não esquecer que o Estado do Pará é o maior produtor de açaí.


O açaí é mau para o fígado

Esta é outra daquelas afirmações que por ser demasiado vaga gera alguma controvérsia. O açaí, quando consumido ao natural, pode até ser ajudar o fígado a eliminar toxinas.

No entanto, é raro que o fruto seja consumido desta forma, sendo bem mais frequente o consumo de produtos processados do mesmo, como polpas e geleias. Por não ser um fruto muito doce, é frequente que haja uma adição de açúcares e outros componentes e esses, sim, podem ser prejudiciais.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Alimentos que Ajudam a Melhorar o Sistema Imunitário


O nosso sistema imunitário é a primeira barreira de defesa do nosso corpo contra as agressões externas e um sistema imunitário forte torna-nos menos vulneráveis a todo o tipo de doenças. Muito se fala hoje em dia sobre como melhorar o sistema imunitário, através de medicação que nunca dá os resultados que promete, tornando a sua utilização maioritariamente supérflua.




Adoptar um estilo de vida saudável, com uma correcta alimentação, 7 a 8 horas de sono por noite e a prática de exercício físico regular é a melhor forma de ajuda o nosso organismo, mas alguns alimentos podem dar uma ajuda extra nessa tarefa.


Batata Doce 

Rica em Beta-carotenos e vitamina A, a batata doce é rica em anti-oxidantes que auxiliam o combate ao envelhecimento celular.

Outros alimentos ricos em anti-oxidantes são os frutos vermelhos e a melancia, que é também uma grande ajuda no combate a infecções.


Cogumelos

Além de serem, também eles, ricos em anti-oxidantes, os cogumelos contêm selénio, um mineral fundamental para o correcto funcionamento do sistema imunitário.

Para além dos cogumelos, o trigo, o arroz, a gema de ovo, as sementes de girassol e o frango são outros alimentos ricos em selénio.


Alimentos Ricos em Zinco

O São Martinho já lá vai, mas as castanhas podem ser uma grande ajuda no reforço do sistema imunitário devido à sua concentração de Zinco. Este também pode ser encontrado nas sementes de abóbora, camarão, carne de vaca ou peixe.


Espinafres

Os espinafres são ricos em Vitamina C e fibra, tendo também propriedades antioxidantes. A vitamina C pode ainda ser encontrada em citrinos, bróculos, abacaxi, morango e kiwi.


Alho

O alho é um poderoso anti-inflamatório reconhecido pelo seu combate a uma bactéria responsável por grande parte das doenças estomacais. Tem ainda uma actividade directa na estimulação celular do sistema imunitário.


Frutos Secos

Avelãs, amêndoas e amendoins são um bom reforço à nossa imunidade pela forte concentração de Vitamina E. A mesma pode ainda ser encontrada nas Sementes de Girassol. 


Iogurte

Ricos em probióticos, tornam-se fundamentais no combate a quadros inflamatórios, especialmente a nível intestinal.


Ómega 3

Não sendo um alimento, o ómega 3 é fundamental para o equilíbrio do nosso sistema imunitário, pelo que devem ser consumidos com regularidade alimentos que o contenham, tais como a sardinha, o salmão, o atum ou ainda, as sementes de linhaça.


quarta-feira, 4 de julho de 2018

A influência do clima na saúde mental: como enfrentar os dias cinzentos



Apesar do Verão ter oficialmente chegado, os dias continuam cinzentos e, às vezes, chuvosos e isso parece afectar o nosso humor e o das pessoas à nossa volta. Todos nós já nos sentimos mais desanimados ou com pouca energia num dia de chuva e frio. Muitas vezes, nem apetece levantar da cama, mas sim ficar deitado a ouvir o som da água a bater nos vidros.


Isto pode parecer algo muito pessoal mas na verdade é uma reacção comum e já foram feitos vários estudos científicos que visam compreender a relação entre o clima e o nosso humor.


A alegria da Primavera

A Primavera é, sem dúvida, a estação do ano em que a generalidade das pessoas parecem alegres. Os dias estão, geralmente, amenos, temos maior vontade de ir para a rua, conviver e sentimo-nos melhor, revigorados e com mais energia.

Um estudo publicado no MIT Technology Review, realizado entre os anos de 2009 e 2016 demonstrou que os dias de sol melhoram o humor, na sua generalidade. Enquanto que, os dias frios apelam mais ao recolhimento e isolamento, o que pode trazer alguns sentimentos depressivos. Vários estudos focam-se nos elevados índices de depressão nos países nórdicos, tendo como principal hipótese para o fenómeno as poucas horas de sol e o clima frio.

Por outro lado, o excesso de calor, apesar de não nos fazer sofrer tanto com as tendências mais depressivas, também não parece ser o mais adequado para o equilíbrio emocional do ser humano, pois estimula a agressividade. 


De que forma é que o clima influencia o nosso humor?

As explicações podem ser dadas tanto ao nível físico como psicológico. Do ponto de vista físico e biológico, a exposição à luz solar traz inúmeros benefícios. Estimula a produção de Vitamina D, essencial à nossa saúde, bem como a produção de serotonina, dopamina e melanina, que proporcionam bom humor, energia e regulação dos ciclos do sono.

Por outro lado, do ponto de vista psicológico e sendo o ser humano um ser social, a maior tendência para sairmos à rua e socializarmos nos dias de sol, vai proporcionar mais bom humor e bons momentos passados com os amigos, ao invés de nos fechar-nos em casa com os nossos problemas.


Como combater a tristeza dos dias cinzentos 

Apesar de tudo, não devemos subjugar-nos ao cinzento dos dias, sem combater o sentimento de tristeza e desolamento que estes nos provocam.

Alguns truques podem ser essenciais para o ajudar a ultrapassar os Invernos mais rígidos e as Primaveras ou Verões mais chuvosos.

Alimentação - A alimentção tem um papel fundamental no nosso bom humor, embora nem sempre lhe demos o devido valor. Para que a chuva não o entristeça procure consumir mais produtos de origem vegetal e integrais.

Exercício Físico - O exercício físico aumenta a produção de endorfinas que o ajudam a sentir-se bem. Procure fazer algum exercício, quem sabe algum desporto ou actividade típica de Inverno. 


Ciclo de Sono - Dormir bem é fundamental para nos sentirmos bem. Procure deitar-se cedo, de modo a dormir 7 a 8 horas por noite. Se tem dificuldade em adormecer, largue o telemóvel e pegue num livro. Dormirá melhor.

Vestuário - A forma como nos vestimos influencia e muito o nosso humor. No Inverno há uma maior tendência para roupas mais simples, de cores escuras ou neutras. Experimente vestir umas roupa coloridas e colocar alguns acessórios.

sábado, 28 de abril de 2018

3 erros que cometemos na hora de perder peso


Perder peso tem vindo a ser um grande desafio para a maioria das pessoas nos últimos 50 anos. A nossa alimentação é péssima, o nosso estilo de vida é sedentário, nada nos ajuda e a pressão para o corpo perfeito é grande. Nos últimos anos, percebeu-se também que o excesso de peso é um inimigo aguerrido da nossa saúde e portanto, a luta contra ele, tornou-se ainda maior.


Muitas vezes, o desespero leva-nos a fazer coisas que não devíamos, que nos prejudicam ainda mais, não só por serem prejudiciais para a saúde, mas também, porque mesmo que consigamos perder peso, ele vai voltar rapidamente a aumentar e, às vezes, ganhamos mais do que tínhamos perdido.

Nem sempre estes erros são conscientes e por isso, deixo aqui um alerta com os 3 principais erros cometidos por quem quer perder peso.


1. Dietas Relâmpago

As dietas super rápidas e eficazes que podemos encontrar aos pontapés com uma pequena pesquisa no Google são das piores coisas que podemos fazer. Claro que, às vezes, queremos perder peso rapidamente, para caber naquela roupa para um evento especial, ou porque o Verão está à porta e só agora nos pesamos, mas é um grande erro.

Estas dietas muitas vezes provocam uma perda de massa muscular, tornando-se essa a principal razão para a diminuição do peso, no entanto, a mesma é fundamental para um organismo saudável. Para além disso, estas dietas implicam, na grande maioria das vezes, a não ingestão dos nutrientes necessários, prejudicando a nossa saúde.

Quando a dieta acaba, a probabilidade de ganhar o peso que perdeu (ou até mais) é enorme, sendo portanto, uma perda de tempo e prejudicial para a sua saúde. Opte por uma alimentção equilibrada, saudável e pratique exercício físico com regularidade.


2. Alimentos “Light”

Os alimentos light têm menos calorias e são muitas vezes utilizados como chamarizes para uma boa alimentação, mas não se fie nisto.

São alimentos mais processados, que contêm mais componentes artificiais e, portanto, mais prejudiciais para a saúde. 


3. Não comer

Não comer pode parecer uma forma eficaz de perder peso a curto prazo, mas a longo prazo, é extremamente prejudicial. Para além da óbvia falta de nutrientes essenciais e o mau estar físico e até psicológico que pode provocar, vai desacelerar o metabolismo, principal responsável pelo controlo de peso.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

7 Alimentos que o Ajudam a Reduzir o Colesterol

Como referido anteriormente, o segredo para uma alimentação saudável é ter uma dieta variada e comer um pouco de tudo, desde que, com moderação.

No entanto, se mesmo assim, os seus níveis de colesterol estão acima do valor recomendado, aqui ficam alguns alimentos que poderão constituir uma ajuda adicional nessa luta. 




Azeite

Com certeza que o seu médico já o mandou substituir o óleo pelo azeite. O azeite é uma gordura saudável e há inúmeros estudos que o apontam como grande auxílio na redução do mau colesterol, aumentando ainda a concentração de anti-oxidantes.


Abacate

Segundo os especialistas, este fruto, infelizmente pouco presente nas mesas portuguesas, é fundamental para a redução do colesterol. Equilibra os valores do bom e mau colesterol e favorece a sua não fixação, devido à quantidade de fibra que contém.


Alcachofra

Amarga, mas de grande ajuda na luta contra o colesterol. Contém elevadas capacidades de protecção do nosso fígado, ajudando-o a filtrar todas as substâncias nocivas.


Frutos Secos

Todos os Natais fazem parte da nossa mesa, mas deviam fazê-lo durante todo o ano. Fontes de energia consideráveis, que contêm zero colesterol e muita fibra para impedir a sua fixação no nosso organismo.


Romã

A romã, como todos os frutos vermelhos tem propriedades anti-oxidantes, o que a torna especialmente atractiva para quem se preocupa com a sua saúde.
No caso do colesterol, ajuda a reduzir a acumulação de resíduos e pode ser consumida em sumo, mantendo todas as suas propriedades.


Feijão, grão, ervilhas

As leguminosas são alimentos bastante importantes para o nosso organismo e ajudam-nos a eliminar o mau colesterol, pois são excelentes fontes de fibras solúveis. Devem fazer parte, em quantidades moderadas da nossa alimentação diária.


Soja

Não faz assim tanto tempo que o nosso mercado alimentar foi invadido por muitos produtos de soja, para todos os gostos e ainda bem! A soja reduz o mau colesterol e oferece uma protecção cardiovascular extra. No entanto, é importante que seja consumida em formas que aproveitem as suas proteínas (tofu, bebidas tipo leite, sobremesas). Os rebentos de soja, facilmente encontrados em qualquer supermercado, têm um efeito mais reduzido no combate ao colesterol.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Colesterol e Alimentação

Para além do combate ao sedimentarismo, a alimentação é o principal ponto de conversa quando o médico nos diz que o nosso colesterol está elevado. Os meios de comunicação social bombardeiam-nos com alimentos artificialmente modificados para nos ajudar no combate a este inimigo da sociedade moderna e há 1001 dietas para nos ajudar a baixar o colesterol.

Sem dúvida que a alimentação, especialmente a má alimentação, que a grande maioria de nós faz hoje em dia, é a principal responsável pelos elevados índices de mau colesterol na sociedade moderna ocidental, mas vamos tentar perceber melhor de que forma é que isso acontece.

Em primeiro lugar, é importante perceber que o elevado consumo de gorduras saturadas, baixo consumo de fibras e o excesso de açúcar são os principais responsáveis pelo aumento do colesterol e o pior, são os principais componentes da nossa alimentação.




A gordura saturada está presente nos alimentos de origem animal (especialmente bovinos, borrego e cabrito) e os derivados dos mesmos, como os enchidos, por exemplo. As refeições rápidas que comemos em qualquer restaurante de fastfood e a comida pré-confeccionada que facilmente se insere no microondas contém demasiado sal, demasiado açúcar, demasiado gordura e são alimentos altamente processados que constituem um perigo ainda maior, não só para o aumento de colesterol mas como de diversas outras doenças.

A diminuição do consumo deste tipo de alimentos e das gorduras anteriormente referidas é fundamental, bem como a diminuição do consumo de açúcar. O açúcar, tal como nós o conhecemos é um alimento processado, sem qualquer valor nutritivo e que contribui para o aumento de peso e, na verdade, é perfeitamente inútil, pois há inúmeros alimentos que já contêm, por si só, açúcares naturais e portanto, muito menos perigosos, como é o caso do mel, da fruta e dos lacticínios (em relação aos últimos deve optar pelos magros). Claro que isto não significa que podemos, ou devemos, consumi-los irresponsavelmente. O segredo para uma boa alimentação é sempre o equilíbrio e a variedade.

Outra fonte fundamental de auxílio ao controlo dos níveis de colesterol é a fibra. Esta está presente na fruta, nos vegetais, leguminosas, cereais integrais e é muito importante, pois controla o apetite (que ajuda no controlo do peso) e aumenta a excreção do colesterol a nível intestinal.


Comer bem não é não comer

Antes de iniciar qualquer regime alimentar, seja este porque motivo for, deve lembrar-se que uma dieta saudável é uma dieta onde ingerimos um pouco de tudo, sempre com moderação.

Para o ajudar a reduzir o colesterol, deve então aumentar significativamente o consumo de vegetais, 2 a 3 peças de fruta por dia, consumir cereais integrais e aumentar o consumo de peixe, especialmente peixes gordos.

Quanto ao consumo de carne, deve diminuir o consumo de carnes vermelhas, preferindo sempre que possível, as carnes brancas, como o frango, retirando sempre a pele e a gordura visível.

Sementes, frutos secos e leguminosas devem fazer parte da sua alimentação e o azeite e cremes vegetais devem substituir, óleos, banha e manteiga.

Por fim, deve evitar a ingestão de todo o tipo de alimentos processados, sejam estes de charcutaria, ou pastelaria e snacks doces e salgados, sempre com grandes quantidades de gordura e açúcares. As bebidas alcoólicas devem ser evitadas, ou consumidas em pequenas quantidades.

E lembre-se: moderação é a palavra-chave!

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Síndrome de alergia oral



A Síndrome de Alergia Oral é um tipo de alergia muito específico que afecta a zona da boca, tendo como principais sintomas o prurido na garganta, boca e lábios, embora possa, ocasionalmente afectar, também, os olhos. Estes sintomas aparecem, normalmente, de forma quase imediata ao contacto com o alergénico.




Ocorre com alguma frequência em pacientes com alergia ao pólen, através do consumo de fruta, vegetais, frutos secos e leguminosas, devido ao facto destes alimentos incluirem determinadas estruturas e proteínas presentes nos polénes, que quando consumidos, especialmente, em cru  (geralmente, o consumo do alimento cozinhado não é despoletador de sintomas), servem de gatilho à alergia instalada.

Normalmente, trata-se de uma condição temporária e relativamente suave, que tende a desaparecer em poucos dias. Apesar de ser um problema derivado de um outro, sendo portanto considerado uma reação cruzada entre pólenes e determinados alimentos, isto não significa que a alergia seja generalizada e determinado paciente pode desenvolver sintomas relativamente a um alimento específico e não a outros, mesmo que pertençam à mesma família.


Estatísticas

No caso específico de Portugal (e outros países do sul da Europa) os sintomas mais frequentes provêm de reacções a frutas da família das rosáceas (maçã, pera, pêssego), sendo que podemos observar uma variação significativa, consoante a zona do globo em que nos encontramos.

As estatísticas apontam para que 70% dos pacientes com alergia ao pólen manisfestem sintomas da Síndrome de alergia oral, relativamente a, pelo menos, um alimento.


Tratamento

Não há, propriamente, um tratamento para o problema. Recomenda-se que o paciente se iniba de consumir o alimento em causa, ou que tente consumi-lo cozinhado ou processado de alguma forma, caso isso evite os sintomas. Alguns pacientes com síndrome de alergia oral relacionada com a ingestão de maçãs, referem que descascar a fruta é o suficiente para inibir os sintomas, algo que pode ser experimentado com várias frutas.

Muito raramente, são verificados sintomas de anafilaxia (aperto no peito, chiadeira ao respirar, tosse, inchaço). Nesse caso, deve dirigir-se imediatamente a um serviço de urgência hospitalar.