Mostrar mensagens com a etiqueta Gripes e constipações. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gripes e constipações. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

O que é a tripla pandemia esperada para 2023?

 


A palavra pandemia invadiu a nossa vida em 2020 com o surto de COVID-19 a nível mundial, mas os media não parecem cansar-se dela. 

O ano ainda mal começou e já estamos fartos de ouvir falar numa pandemia, desta vez tripla, que vai assolar-nos durante o este ano. E agora, que já vimos os hospitais entupidos de pacientes, com macas no corredor e mais de 24h de espera nas urgências nalgumas situações… mesmo os mais céticos começam a questionar-se.

Afinal, o que está a acontecer? O que é a pandemia tripla? E porque é que estamos a passar por ela?

Covid-19, gripe e vírus respiratórios

Após cerca de 2 anos onde precisávamos de máscara obrigatoriamente para entrar em diversos lugares públicos, o nosso organismo habituou-se a um certo nível de proteção. O nosso sistema imunitário tinha menos razões para lutar. Mas agora, chegam todas de uma só vez.

No hemisfério norte, os casos de infeção pelo vírus influenza, vulgo gripe (estirpe A), aumentaram exponencialmente e até no hemisfério sul começou a ver-se um aumento de casos significativo e fora de época. 

Outros vírus respiratórios como o vírus sincilial respiratório (VSR) juntam-se ao combo e quanto à COVID-19? Não, ainda não desapareceu.

De que forma se combinam?

Nesta confluência de germes temos 3 vírus diferentes, mas com sintomas muito semelhantes a atacar o nosso organismo. O que poderá ser, no entanto, mais surpreendente é o facto do SARS-Cov-2, que mudou totalmente as nossas vidas durante cerca de 2 anos, não ser, agora, o mais predominante.

O vírus mais frequente a esta altura é o já nosso conhecido Influenza A, que se bem se lembram, gerou o pânico nos anos de 2009-10. Quanto ao terceiro vírus, é mais frequente em bebés e crianças pequenas, causando bronquiolites e pneumonias.

A única forma de saber qual o mal que nos afeta é através dos testes laboratoriais, visto que os três apresentam os mesmos sintomas: febre, congestão, tosse, dor de cabeça e garganta.

Devido à elevada circulação destes vírus, corremos ainda o risco das chamadas confeções, ou seja, sermos, simultaneamente, infetados por mais do que um destes vírus.

Porquê agora?

Como é que mal saímos de uma pandemia e somos atacados desta forma por 3 vírus graves? Parece estranho, injusto até, mas segundo os especialistas não é um fenómeno assim tão estranho. 

Na verdade, é um fenómeno expectável, visto que durante praticamente dois anos vivemos o que os médicos chamam nicho epidemiológico, onde o SARS-COV2 foi praticamente o único vírus em circulação. Quando esta circulação caiu, devido ao uso das vacinas, todos os outros que já estão normalmente presentes, aumentaram exponencialmente. Termos deixado de usar as máscaras ajuda à sua propagação mais eficaz.

Prevenir, prevenir, prevenir…

Com hospitais a rebentar pelas costuras em vários países, a prevenção é uma parte importante para lidar com esta tripla pandemia que temos sobre nós. E a mesma deve ser feita por cada um de nós.

Na verdade, não há uma dificuldade acrescida de prevenção, visto que todos podem ser prevenidos da mesma forma - lavar bem e frequentemente as mãos, manter a etiqueta respiratória, evitar espaços fechados e com muita gente, ou se não puder evitá-los usar máscara cirúrgica. Não se esqueça de consultar o seu médico e tomar as vacinas disponíveis.


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Síndrome da Fadiga Crónica: Causas e Sintomas



A Síndrome da Fadiga Crónica é uma doença rara, caracterizada por uma fadiga extrema, persistente e para mais de metade dos pacientes, incapacitante, que não pode ser explicada por qualquer condição médica subjacente. Extremamente controversa, é uma doença de difícil explicação, que causa elevados níveis de frustração nos médicos, que não sabendo a causa do problema, têm dificuldade em diagnosticá-lo e não há um tratamento eficaz.



Os pacientes não encontram uma resposta satisfatória para o seu problema, o exame físico é perfeitamente normal, o que leva muitas vezes a alguma desconfiança por parte dos profissionais de saúde e dos familiares do paciente, levando a que este se sinta incompreendido e sem apoio, enquanto a sua qualidade de vida decresce repentinamente. A sensação de fadiga piora com a actividade, seja ela física ou mental, mas não se sentem melhorias com o repouso o que, muitas vezes, conduz os pacientes a quadros depressivos e de ansiedade.


Causas

As causas do problema são completamente desconhecidas, sendo que o aparecimento da mesma parece precipitado por algumas doenças e infecções, no entanto, o motivo pelo qual ela surge nalgumas pessoas e noutras não, ainda é um completo mistério. O mais provável é que a doença esteja relacionada com uma combinação de vários factores.

Na maioria dos casos, os sintomas da doença surgiram após episódios depressivos, infecções virais (grande predominância de infecções das vias respiratórias), anemia por carência de ferro, doenças auto-imunes, hipotensão crónica e fribromialgia. Durante muito tempo, acreditou-se que estava intimamente relacionada com a mononuclesose, no entanto, não há evidências que suportem esta teoria.

É comum verificar-se alterações hormonais nos pacientes com esta síndrome, mas o eventual relacionamento deste problema com a doença é desconhecido.

As estatísticas apontam para a presença de cerca de 15 000 doentes em Portugal, com uma maior incidência do problema em pessoas entre os 40 e os 50 anos, sendo raro em crianças ou idosos. Demonstram também que é duas vezes mais comum em mulheres do que em homens e a maioria dos pacientes está ou esteve sujeito a uma grande carga de stress, seja na sua vida profissional, seja na sua vida pessoal.


Sintomas

Para além do elevado nível de cansaço que dá o nome há doença, os pacientes com a Síndrome da Fadiga Crónica sofrem de uma série de sintomas associados ao problema:

- lapsos de memória e dificuldade de concentração;

- dores de garganta e cabeça;

- aumento dos gânglios linfáticos no pescoço e axilas;

- dores musculares e nas articulações;

- sono recorrente e intermitente;

- exaustão extrema após o exercício físico ou mental, que dura mais de 24 horas.

Alguns pacientes apresentam ainda febre, tonturas, irritabiliade, problemas gastrointestinais e sinais de confusão mental.



É importante referir que há muitas causas possíveis para uma sensação de fadiga permanente e este é um diagnóstico feito por exclusão, ou seja, só é feito, quando não se encontra qualquer outra explicação para as queixas do doente, verificando-se em apenas 3% das pessoas com queixas de fadiga persistente.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

6 Formas Naturais para Enfrentar a Constipação



O Inverno já começou e com ele as gripes e contipações. Há várias maneiras naturais que nos ajudam a ultrapassar o mau-estar, ou até mesmo a evitá-lo, às quais pode recorrer facilmente. Aqui ficam alguns dos exemplos mais conhecidos.




1. Vitamina C

A vitamina C, ou ácido ascórbico, é um poderoso antioxidante que ajuda o nosso sistema imunitário a funcionar correctamente. A fonte de vitamina C mais famosa e de fácil acesso são as laranjas, uma por dia pode fazer verdadeiros milagres por si.

A vitamina C tem um efeito anti-histamínico e anti-inflamatório que ajuda a reduzir os sintomas, cerca de um dia antes do que acontece se não a ingerirmos.

Convém não esquecer que o ácido ascórbico é bastante volátil e por isso, o alimento deve ser consumido imediatamente após a sua abertura, sob pena de diminuir o seu efeito. 



2. Alho

Consumido cru, o alho tem várias componentes que beneficiam o nosso organismo, a sua propriedade anti-inflamatória é uma grande ajuda no combate à constipação e o melhor de tudo: ajuda a preveni-la, evitando que sequer fiquemos doentes.



3. Vitamina E

Muitas vezes deixada para segundo plano, esta é também um bom reforço imunológico para o nosso organismo e ajuda a prevenir as constipações. Os óleos vegetais e os frutos secos são alguns exemplos de alimentos ricos em vitamina E.



4. Mel e Limão

Uma bebida quente, temperada com mel e limão faz milagres no alívio das dores de garganta e da tosse, ajudando também a reduzir o pingo do nariz, tão incomodativo e permanente durante uma constipação. Segundo alguns estudos norte-americanos, o chá verde é um dos mais aconselháveis para o efeito.



5. Aquecimento

Manter-se quente é fundamental para se livrar mais rapidamente de uma constipação. Assim, devemos manter-nos bem quentinhos, não esquecendo as extremidades do corpo. Se possível, meter-se na cama, esta é sem dúvida uma grande ajuda.



6. Hidratação

Uma boa hidratação é fundamental para ajudar o organismo a combater os vírus. Deve consumir bastantes líquidos em pequenas porções de cada vez, de modo a facilitar a sua absorção pelo organismo.



Não esqueça também dos cuidados básicos, como uma lavagem frequente das mãos, principalmente, após tocar em superfícies como corrimões de escada, botões de elevador, caixas multibanco e outras por onde passam centenas de pessoas por dia.



A evitar…

Evitar certos alimentos pode ser tão útil como as medidas anteriormente recomendadas. Entre eles encontram-se os lacticíneos (substitua o leite de vaca, por leite de soja), o açúcar, o trigo, alimentos pré-confeccionados (ricos em conservantes, corantes, sal e açúcar), álcool e café em excesso. E claro, sempre que possível, evite auto-medicar-se.